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sábado, 20 de agosto de 2016

MÚSICA DO DIA ... ♫

THIS AIN'T OVER
 

Intérprete: Alex Newell
Estilo: Pop, Dance
Ano: 2016
Extensão Vocal: (G3-G5) - 2 oitavas

Notas: Esta canção é muito massa! A faixa faz parte do EP do cantor americano Alex Newell, conhecido por ter participado do "The Glee Project" e do seriado em si. Viciante e com belos vocais, "This Ain't Over" é um pop bem dançante e equilibrado. Um fato interessante é que este rapaz é um dos poucos contratenores cuja voz consegue me agradar, no sentido de gostar do timbre. E o que falar da zona vocal na qual a música é cantada? Muito alta e bem dominada por Alex, cheia de E♭5 nos refrãos. Sem falar do G5 misto. Vale a pena conferir.


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segunda-feira, 15 de agosto de 2016

DICA MUSICAL ✌ ♪

   Como podem ver, blog de volta, e eis que lhes trago um novo quadro: Dica Musical. Sem mais delongas, nele trarei sugestões de cantores, bandas, canções ou algo mais que ache interessante que conheçam. Pra começar em alto e polêmico estilo, vamos de funk.
 

   Mc Livinho é um dos nomes aclamados do funk brasileiro. O jovem possui um belo alcance vocal na região aguda, algo natural pra um tenor de voz leve. Em contrapartida, apesar de sua propensão vocal natural pro agudo, seus graves não são ruins. O alcance vocal demonstrado é de pouco mais de 2 oitavas - fator notável pro estilo que canta, que não exige muito da voz.
   Há muita conotação sexual em suas canções (vezes, explícita; vezes, implícita), como nos funks em geral. Contudo, dentre os cantores que já pude ouvir deste segmento, ele se destaca pela beleza, agilidade e qualidade vocais, além de técnica. O fato de cantar funks com melismas, agudos, falsetes e outros ornamentos é um dos maiores diferenciais e atrativos no trabalho do rapaz.
    Para quem tiver problema com funk, recomendo que nem assista ao vídeo que deixarei ao final da postagem. Eu, como não tenho "besteira" com estilo algum, curto o material vocal dele, e até algumas de suas faixas. Afirmo que vale a pena, ao menos, dar uma conferida no som do rapaz. 


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quarta-feira, 10 de agosto de 2016

ENTREVISTA: JOZYANNE

   Jozyanne é um dos sólidos nomes no cenário da música cristã brasileira. A cantora já integrou grupos icônicos, como o Altos Louvores e o Voices, nos quais teve um grande destaque - em especial, neste último. E hoje, em carreira solo e já com diversos álbuns lançados, nos concedeu o prazer de realizar uma entrevista, durante sua passagem aqui pelo Rio Grande do Norte, na cidade de Currais Novos.
   Durante a mesma, foram explorados assuntos acerca de seu alcance, classificação e técnica vocais, rotina de exercícios, cuidados com a voz, dentre muitas outras temáticas de alta relevância.  


   O que me deixou bastante impressionado foi a mentalidade dela com relação à saúde vocal e a preocupação em cantar em tons que casem com o ambiente no qual geralmente realiza suas apresentações: a igreja. Outro fator muito interessante foi o relativo à extensão vocal, pois ela declarou que, antigamente, cantava músicas de Sandi Patty e ia com facilidade na região aguda do soprano.
   A entrevista foi presencial, como já citado acima, e foi realizada não por mim, porque moro em Mossoró (um pouco longe da cidade na qual Jozyanne estava), mas por um amigo e criador de conteúdo da página #EAV (Extensão e Análise Vocal) no Facebook. Seu nome é Gabriel Alves. Eu fiz o roteiro de entrevista e ele o executou, e de forma bastante descontraída, com direito a dueto com a cantora e tudo, ao final do diálogo. Confiram:


   Deixo expressa aqui minha gratidão à Jozyanne pela entrevista concedida, em meio à correria. Também não poderia deixar de ser grato ao Gabriel Alves, que me auxiliou sendo repórter e mediador para a realização deste contato. Que Deus abençoe o ministério da Jozyanne.  

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terça-feira, 9 de agosto de 2016

LEONARDO GONÇALVES E SEU "HIATO" NA CARREIRA MUSICAL

   Uma notícia que pegou muitos de surpresa: Leonardo Gonçalves irá dar uma pausa na carreira por tempo indeterminado. Em entrevista dada ao site da revista Veja, o cantor detalha este tema e outros bem relevantes.


   Leonardo Gonçalves é um dos primeiros nomes (se não o primeiro) a ser mencionado quando o assunto trata de vocalistas masculinos da música cristã brasileira. E quando se fala em técnica vocal, então, o nome é presença constante. Contudo, os que acompanham sua carreira terão de se conformar com o hiato proposto por ele; e, como se espera numa situação desse feitio, sem prazo para voltar. 
   Mas o que motivaria uma pausa numa carreira em pleno auge? Isto pode ficar mais claro (ou não) para quem ler a entrevista. Aqui, tratarei acerca da minha concordância com esta pausa e dos  benefícios que ela trará para a carreira e musicalidade dele. Sim, será uma matéria talvez polêmica, creio, mas, quer vocês concordem ou não, exporei minha opinião.
   LG sempre foi referência quanto ao seu desempenho vocal. Todavia, é inegável que o mesmo vinha decaindo em suas performances ao vivo, que demonstravam um Leonardo de voz cansada (para não dizer exausta). Notas tensionadas, algumas vezes gritadas, "fuga" de alguns agudos, quebras na voz, dentre outros aspectos negativos. Enfim, muitos eram os problemas percebidos constantemente nas performances que ele vinha fazendo. 
   Para quem acha que estou exagerando e/ou mentindo, aqui vão apresentações nas quais ele não teve um desempenho vocal muito legal:

♦ Performance de "Sublime" no Programa Raul Gil;
♦ Performance acústica de "Sublime";
♦ Performance de "Acredito (We Believe)".

   É quase inacreditável que o cantante do terceiro vídeo é, sim, Leonardo Gonçalves, um dos cantores do meio cristão que mais é dotado de técnica - sem exageros, óbvio. Mas, ele é humano, suscetível a erros. Contudo, percebemos a gravidade da condição vocal que ele apresenta, especialmente se levarmos em conta que este quadro só vem se agravando - o último vídeo é recente, de cerca de 1 ou 2 meses atrás. Eu fiquei triste em vê-lo assim. Isto me leva a crer que uma das maiores razões para a "interrupção" das atividades musicais seja por questões de repouso vocal, quiçá também artístico.      
   Obviamente, como já falado, ele possui, sim, bastante técnica. Porém, a carga excessiva de compromissos e uso vocal com certeza estavam afetando o cantor - afinal, de acordo com o próprio Leonardo, são 22 anos de carreira ininterrupta. Ainda mais se levarmos em conta que o repertório dele não é nada simples: canções de extremo uso da voz, recheadas de ornamentos, notas sustentadas e extensão vocal no extremo da tessitura. Convenhamos que os agudos, a partir do Dó 5, não são mais tão fáceis para ele. E, dependendo da canção, abaixo disto também. 
   E o que falar dos problemas pessoais que ele estava passando? Para quem estiver por fora desse assunto, o que acho difícil, falo do divórcio que ele enfrentou recentemente. Isto também afeta a saúde vocal, tendo em vista que o estresse atinge o corpo como um todo. É conveniente mencionar também a invasão de privacidade e ovação que tem incomodado LG, segundo ele mesmo menciona na entrevista, se referindo à "cultura da selfie", no sentido de dizer que o público cristão está extrapolando o limite de admiração aos artistas e passando a ficar desfocado de Cristo. Estas razões são bastante fortes e respaldam bem o hiato que o cantor irá fazer ao final de 2016.
   Sendo assim, um descanso era mais do que necessário, para agora. Caso contrário, as performances árduas que Leo estava desempenhando para interpretar suas próprias canções lhe acarretariam sequelas possivelmente graves nas pregas vocais. Eu só espero que ele se recupere, em todos os sentidos, e volte a fazer o que faz de melhor com sua voz: louvar a Deus. Desta forma, essa pausa não é só boa, mas de extrema urgência para que Leonardo Gonçalves se restabeleça nos âmbitos pessoal, musical e cristão.
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terça-feira, 8 de março de 2016

ENTREVISTA: ROBERTA DI ANGELLIS

   Com diversos álbuns solos lançados e tendo integrado o grupo Altos Louvores, ao lado de ícones da música cristã brasileira, Roberta Di Angellis é a estreante do novo quadro aqui do blog: o de entrevistas. E é uma honra ter este nome aqui presente.
   Com um timbre  diferenciado e uma musicalidade infinda, Roberta é um meio-soprano com mais de 3 oitavas de extensão vocal. Suas composições são profundas e poéticas, sem falar da ousadia de apostar num estilo bem inovador como predominante em muitos de seus álbuns: o rock sinfônico. Não que ela se limite ao mesmo.
   Vamos conhecer um pouco mais da voz e arte musical que fazem parte de sua carreira. Primeiramente, obrigado, Roberta, por nos conceder a honra dessa entrevista.


#1 EAV – Já que o nome da página é “Extensão e Análise Vocal”, vamos começar falando de sua extensão vocal. A que você demonstrou é bastante ampla - cerca de 3 oitavas e meia. Você ainda é capaz de atingir notas mais agudas e/ou mais baixas que as que pusemos em seu vídeo de alcance vocal?

Roberta di Angellis - Vocês conseguiram realizar nesta seleção a minha nota mais grave e a mais aguda. É isso aí mesmo, nem mais nem menos.
 
#2 EAV – Sua voz, em todos os álbuns, demonstra excelência nos agudos e nos graves. Você tem conhecimento da sua classificação vocal? Você se considera um soprano ou meio-soprano?

Roberta di Angellis - Considero minha tessitura vocal de mezzo, mas minha extensão vocal me permite alcançar notas bem agudas de soprano.
 
#3 EAV – No álbum “Prova de Amor”, da época em que você usava o nome “Roberta Pegoral”, há alguns agudos no chamado registro de apito, usado por cantoras consagradas, como Mariah Carey. Como você desenvolveu a técnica de emissão desse tipo de agudo em registro de apito? Você ainda é capaz de emitir esse tipo de nota hoje?


Roberta di Angellis - Aprendi essa técnica tentando fazer e encontrando uma forma confortável de fazer. Ao conseguir identificar onde o registro se dava de forma mais saudável fui aperfeiçoando. Ainda consigo fazer o Whistle register do mesmo jeitinho, rsrsrs.
 
#4 EAV – O seu timbre de voz é bastante peculiar e seu estilo, dentro da música cristã brasileira, muito original. Sem falar da técnica vocal apresentada nos álbuns e musicalidade riquíssima. Quem seriam suas influências musicais e vocais? 

Roberta di Angellis - Essa pergunta é sempre difícil de responder, pois por mais que meus últimos CDS foram com um característica do Rock Sinfônico, não estou presa a um estilo, gosto muito mesmo, mas não sou escrava de modismos. Faço o que sinto prazer em fazer. Vejo os estilos como estratégias de se levar uma mensagem, porém o que mais me importa é a mensagem. Eu ouço desde Shirley Carvalhaes, Kari Jobe, Jesus Culture, Birdy, Amaranthe até Evanescence. Ouço o que acho bonito e prazeroso. A arte me influencia pra fazer arte. E a unção de Deus faz a diferença. 

#5 EAV – Qual sua opinião acerca do cenário “gospel” atual?

Roberta di Angellis - O cenário gospel atual é o mesmo de sempre, só que com dimensões maiores. Existe um mercado e existem seus consumidores. Existem pessoas chamadas por Deus e que dão frutos mesmo vivendo de sua arte e outros que envergonham o evangelho de Deus.


#6 EAV – Suas canções são pura poesia. Acho lindíssimas aquelas “Com o Teu Olhar” e “Prova de Amor” – são minhas preferidas. E sobre você, que canção ou canções do seu repertório considera mais marcante? Da época em que integrou o grupo Altos Louvores até a época atual.

Roberta di Angellis - Muito obrigada. As canções são como filhos, cada uma tem sua história e seu valor. Não consigo te dizer rsrsrs....Deixo com vocês essa tarefa!

#7 EAV – Fale-nos um pouco sobre o seu novo projeto discográfico. O que o público pode esperar? As gravações já foram iniciadas? Há alguma previsão de single ou do álbum em si?   

Roberta di Angellis - Sobre o novo projeto, estamos finalizando os arranjos e está ficando lindo. Vocês podem esperar um CD mais mesclado, não só com Rock Sinfônico, mas com elementos mais eletrônicos e ainda muito peso de guitarras!! Tá muito legal. Creio que até junho já esteja à venda.

   Mais uma vez, deixo expressa aqui minha gratidão à Roberta pela entrevista que nos concedeu, em meio à sua rotina tão agitada. Também não poderia deixar de ser grato ao Laioenay Barbosa, grande parceiro e cujo auxílio foi fundamental para que esta entrevista acontecesse. Que Deus abençoe o ministério da Roberta di Angellis e que possamos em breve desfrutar deste novo álbum.  


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domingo, 6 de março de 2016

ESTOU DE VOLTA !!!

   E aí, pessoal? Tudo bem? Há quanto tempo, né? Foram exatamente 481 dias (1 ano, 3 meses e 24 dias) sem postagens/atualizações no Blog. Contudo, venho aqui para dizer que estou de volta. Com muitas novidades e postagens a serem feitas. Peço perdão aos que acompanham e gostam do meu trabalho pela ausência tão extrema. Farei o possível para que tal "hiato" não se repita novamente. Apesar da pausa, muitos sabem que continuava trabalhando ativamente no meu canal no YouTube e na minha página no Facebook, ambos relacionados a este blog. Porém, em 2016, darei uma atenção maior ao blog EAV (Extensão e Análise Vocal). Muitas novidades virão!
   Pra começar, quero agradecer pelas quase 6 milhões de visualizações no meu perfil do Google +. Isto reforça que meu perfil tem sido muito procurado e fico feliz por esse retorno deste trabalho que faço com dedicação e amor pela Música. 
   Chega de enrolação e, antes que venham as postagens, deixo com vocês uma ENTREVISTA que concedi  a outro blogueiro, o Ismael de Almeida. A entrevista foi dividida em partes, pois ficou um pouco longa. Confiram neste link: parte I e parte II. Relevem qualquer coisa, pois foi a primeira entrevista que dei na minha vida. Desde já, muito grato a ele pelo convite. he he
   Até breve. o/ 

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terça-feira, 11 de novembro de 2014

CONTRALTOS MOSTRANDO SEU VALOR


   Que a beleza da voz dos contraltos está em seus graves já é clichê. Trarei, portanto, uma demonstração de que as detentoras desta classificação vocal não estão limitadas a atingir notas profundas, mas também, agudos dignos de um soprano. Vamos lá?

FERNANDA BRUM: Conhecida como uma das mais graves vozes da música cristã brasileira (se não a mais), ela já mostrou ser apta a emitir notas extremamente altas, em voz plena. Fernanda Brum, ainda que com uma voz tão pesada e escura, já emitiu um E6 em voz de cabeça, na canção "Deus Mandou", não fugindo da nota em performances ao vivo. Além disto, fez um F6 (sofrido, mas fez) numa "disputa vocal" numa brincadeira numa Igreja do Rio de Janeiro: a Igreja Crescendo na Unção.
CÁSSIA ELLER: Mesmo tendo uma voz cavernosa, Cássia não se intimidava quando o assunto eram as notas altas. Quem não conhece sua voz a fundo, pode pensar que o contralto não tinha uma ampla extensão vocal pra região aguda. Porém, Cássia era ótima no mix de voz, bem como se arriscava em notas altas e em voz plena. Há de se destacar também um curto (mas significativo) F6 em "Não Sei o Que Eu Quero da Vida". A nota soa whistle, mas por ser curta, não dá para fazer uma análise tão minuciosa. Sem falar do F5 misto presente na mesma faixa.
IVETE SANGALO: Como todo bom contralto do axé (embora Ivete não se resuma a este estilo), as notas baixas de Ivete Sangalo são "turbinadas". Contudo, apesar de ter uma voz de peito com alcance não tão alto, a baiana emite notas inacreditáveis em voz de cabeça, e até mesmo no admirado registro de apito. Ivete já atingiu um B♭5 em "Me Deixe em Paz" e um G5 (que soa mixado, mas com prevalência da voz de cabeça) em "Astral". Já o whistle da morena, foi alcançado ao vivo, num "trieto" com Ana Carolina e Daniela Mercury, na canção "Quem de Nós Dois". 
ALCIONE: Quem foi que disse que a Marrom não tem bons agudos? Além de ter um E5 misto com bastante volume, na canção "Rio Antigo" (não sei qual é a versão, pois há outra com tonalidade mais baixa), a cantora já emitiu notas consideráveis em voz de cabeça, em seus álbuns mais antigos. Destacam-se um G5 e um G5 em faixas cujos nomes não recordo.
CLAUDIA LEITTE: Claudia é um contralto apto a atingir notas altíssimas, embora muitos desconheçam essa sua proeza. Não estou falando de notas em voz de peito ou mistas, mas sim, agudos em voz de cabeça; agudos na sexta oitava. Também não discorro acerca de exclamações, mas notas realmente cantadas e contáveis. Um exemplo é o E♭6 de "Xô Pirua", o qual é até falado. Além dele, ela também possui um C6 e E6 em performances diversas.
ANA CAROLINA: Ana é um dos contraltos que não poderiam faltar aqui. Além de ser detentora de uma das melhores extensões vocais pro grave, dentre as vocalistas brasileiras, ela possui notas boas em falsete, voz de cabeça e voz mista. Um belo exemplo de voz mista é o E5 do final de "Joana". Outra nota a ser citada é o F5 de "Garganta", mesmo que tenha sido emitido de forma meio gritada. Ainda há um G5 que Ana emitiu em outra interpretação que não recordo, mas creio que a cantora ainda consiga ir além.
NATÁLIE MENDES: Esta pode ser considerada um "contralto soprano". Desta lista, é a cantora que atinge a nota mais aguda em pura voz de cabeça, ainda que seja contralto. A nota é ao vivo, é volumosa e se trata de um belo F6 (Fá da Oitava Soprano) em voz de cabeça ressonante e com um vibrato invejável. Por ironia do destino, o tal citado agudo é numa interpretação de uma música de outra cantora também mencionada aqui: Cássia Eller. Fora essa nota, a morena manda a ver em muitos outros agudos da sexta oitava. Podem conferir no seu vídeo de extensão vocal.

Pois é, galera. Esses contraltos daí "tocam terror" em muitos sopranos. rs
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